Elogios a novo reforço, Fossati x Roth, Mazembe e “espetacular”: Wilson Matias volta a falar do Inter

Volante participou da alegria da Libertadores e da decepção do Mundial no ano de 2010

Contratado com o status de “espetacular” para a temporada de 2010, ao menos na definição do então vice-presidente de futebol Fernando Carvalho, Wilson Matias é figura até hoje bastante lembrada pela torcida colorada. E voltou a falar do ex-clube em entrevista neste sábado à Rádio Bandeirantes.

O seu último time foi o Oeste, onde mantém amigos que dizem: Inter acertou ao contratar o zagueiro e volante Matheus Jussa nesta semana. Além dele, Matias relembrou outros temas de sua passagem no Beira-Rio dos quais reproduzimos em aspas abaixo:

Contratação de Jussa: “Tenho amigos que ficaram do grupo passado do Oeste onde joguei que dizem maravilhas do Matheus Jussa. Atleta dinâmico e muito voluntarioso. Mas uma coisa é jogar no Inter. E outra no Oeste. Ele precisa ter o psicológico forte. Todos os amigos que deixei no Oeste estão felizes com a contratação. As referências deles sobre o atleta são as melhores possíveis. Pode ser um divisor de águas na carreira dele. Espero que ele se dê bem no Inter”.

Jorge Fossati e depois Celso Roth como treinadores em 2010: “Nós jogadores ficamos surpresos com a demissão do Fossati e a chegada do Celso Roth. Quando o Roth veio, fortaleceu a nossa confiança e fez especialmente o Taison ser muito importante no nosso time. Fossati também foi importante na nossa trajetória do bicampeonato da Libertadores em 2010. Celso Roth fez ajustes em bola parada e no nosso posicionamento. Uma filosofia nova que deu certo”.

Mazembe: “Entramos um pouco dispersos contra o Mazembe. Tivemos nos primeiros 15 minutos, três ou quatro chances claras de gol. Isso nos custou muito caro. Erramos em um momento que a gente não poderia errar. Especificamente no meu caso, a derrota para o Mazembe foi muito frustrante. Me preparei muito para o Mundial de 2010. O grupo também queria muito o título. Infelizmente, não foi possível”.

Rótulo de “espetacular”: “Quando o Fernando Carvalho disse que eu era um “reforço espetacular” eu estava em um processo de naturalização no México. Meu clube não queria me liberar. Era ídolo lá. Então, se criou uma expectativa muito grande no meu futebol”.

Gol do Giuliano contra o Estudiantes: “O gol do Giuliano contra o Estudiantes nos deu uma força muito grande para buscar o bicampeonato da Libertadores. Depois que eliminamos o São Paulo então, era consenso: “A taça precisava ser nossa'”.

Carinho pelo Inter: “Tenho um grande carinho pelo Inter. Conquistamos títulos importantes. Claro que a frustração do Mundial foi grande também”.

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