Em alta no Grêmio, Rodrigues não encontra palavras para descrever admiração por Geromel: “Sem explicação”

Jovem zagueiro diz que já admirava o capitão do Grêmio desde quando jogava no ABC, de Natal

Aos 23 anos, Rodrigues já pode afirmar que um dos sonhos da carreira foi alcançado: atuar ao lado do ídolo Geromel, de quem, em entrevista ao Globoesporte.com, até teve dificuldade em encontrar as palavras certas para resumir toda a admiração que mantém – e que vem desde os tempos em que defendia o ABC, de Natal.

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Em alta no Grêmio, o jovem defensor já tem 13 jogos em 2020, sendo nove como titular, e marcou até gol na Libertadores contra a Universidad Católica. Na sequência atual de oito vitórias seguidas, foi titular contra Ceará, Fluminense, Bragantino e Athletico.

Com destaque aos rasgados elogios ao capitão do Grêmio, confira as principais falas de Rodrigues em entrevista ao GE:

“Jogar ao lado dele (Geromel) na minha estreia não tem explicação. É uma sensação muito boa. Dá um frio na barriga, sim. Porque eu saio lá do Nordeste… Não esperava que isso aconteceria na minha vida”
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“Sempre acompanhei o Geromel, sempre fui um fã. Desde quando estava no ABC, acompanhava o Grêmio e assistia aos vídeos, admirava o futebol dele. Quando tive a oportunidade de vir para o Grêmio, fiquei muito feliz, porque a qualquer momento poderia treinar, estar perto dele também”
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“Tenho uma sequência jogando, dando o melhor. Sei que se no treino venho bem, aí no jogo fico tranquilo porque minha semana foi boa e vou fazer um bom jogo. Se fizer certinho, as coisas vão acontecer naturalmente”
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“Nunca tive oportunidade, não sabia nem o que era bola. Conheci um cara que tem um projeto, me viu jogar e foi na minha casa me convidar. Aí, então, comecei a jogar no time dele. E fui me destacando. Não jogava de zagueiro, não sabia nem jogar. Ele me convidou, foi me lapidando e me ensinando, aí as coisas foram acontecendo”
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“Chegar onde cheguei, como eu cheguei, ninguém acreditava em mim. Se não fosse minha família e eu aproveitar minha oportunidade, não estaria aqui”
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“Carrego muito da minha infância, minha família sempre me motivou. Era uma família muito humilde, não tinha muitas condições, e sempre me ensinava o caminho certo. Minha vó, minha mãe, meu avô… Ou vai estudar ou vai para o caminho errado. Graças a Deus, sempre escutei os conselhos”

 

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