Inter admite cenário pessimista e aponta data-limite: “Se não voltar, a coisa vai complicar”

Logo no princípio da paralisação dos jogos, o Inter estabeleceu três cenários de acordo com a previsão de retorno: um positivo, um moderado e um pessimista. Eles serviriam para a adequação financeira em meio à crise e o último estágio já se aproxima, como lembrou o presidente Marcelo Medeiros em entrevista à Rádio Atlântida.

Tanto o cenário positivo, 30 dias, como o moderado, 60 dias, já passaram, restando apenas o pessimista, cujo prejuízo é calculado em R$ 100 milhões. Caso os jogos não retornem até setembro, o mandatário já admite a corda no pescoço:

“Existe uma sinalização que o futebol pode voltar em meados de julho. Nós temos fôlego para isso, até setembro. Mas se não retornar até o final de setembro, aí a coisa vai complicar”, afirmou.

O Inter renegociou o pagamento dos direitos de imagem dos atletas e ainda, em comum acordo, reduziu em 25% o salário do elenco – além da demissão de 44 funcionários no início de maio.

No caso do Gauchão, os clubes já aprovaram por unanimidade o retorno entre final de julho e agosto, sem rebaixamento e torcida, com inscrições livres de jogadores. A FGF aguarda o parecer dos poderes públicos para oficializar o retorno. Já a Conmebol ainda não estipulou um possível prazo para a volta da Libertadores.

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