O mistério do Grêmio: caso Gabriel ganha novo capítulo e médico se pronuncia

O grande mistério da atualidade no Grêmio atende pelo nome de Gabriel. Desde que teve a primeira lesão no joelho esquerdo em 2013, rompendo os ligamentos em um treinamento em Salvador, na Bahia, o zagueiro viu a carreira ser interrompida para nunca mais ser retomada. Estima-se que, desde então, cinco cirurgias foram feitas – inclusive com equipe médica em São Paulo.

Com o Grêmio, o contrato vai até o final deste ano – até como forma de amparar o atleta, o clube o comprou junto ao Lajeadense e ainda em 2014 firmou um contrato longo, já ciente da gravidade do caso. O que se comenta é que a primeira cirurgia foi malsucedida e gerou uma grave infecção no pós-operatório, comprometendo a cartilagem do joelho.

“O Gabriel já vem há algum tempo com um pós-operatório complicado. O procedimento não foi realizado pelos médicos que estão no Grêmio agora, foram outros médicos. Ele teve uma infecção forte que resultou em um pós-operatório complicado e que levaram ele a uma dificuldade de retorno aos gramados”, comentou o médico Paulo Rabaldo em coletiva na última sexta-feira.

Apesar do tom pessimista, o departamento médico gremista não descarta um retorno aos gramados, algo aparentemente distante para o atleta de 30 anos, que não joga há seis.

“Até hoje se trabalha a possibilidade dele voltar a jogar. Porém, isso é uma questão de tempo. Não opinamos muito nisso porque foi uma lesão muito grave”.

A última aparição mais pública de Gabriel foi durante as comemorações do título da Copa do Brasil de 2016, quando participou da volta olímpica com os demais colegas. Ele mantém a rotina de fisioterapia e exercícios no CT do clube, com raríssimas entrevistas ou manifestações sobre o tema. O “caso Gabriel” é assunto quase proibido no tricolor.

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