Respeito à imprensa, ganhar de “todos”, o que está faltando nos Gre-Nais… 10 opiniões de Coudet sobre a fase do Inter

Confira os principais tópicos da entrevista do técnico argentino colorado ao jornalista Fabiano Baldasso

Um dia antes do seu aniversário de 46 anos, celebrado neste sábado em Goiânia – na concentração para o jogo de domingo contra o Goiás -, o técnico argentino colorado Eduardo Coudet concedeu uma longa entrevista ao jornalista Fabiano Baldasso e, dela, retiramos 10 opiniões abaixo:

Imprensa gaúcha:

“As opiniões dos jornalistas eu sou respeitoso. Cada um opina o que quer e não vou deixar de crer no meu trabalho e nos meus jogadores. Qualquer um opina. Sobre as determinações no Gauchão, tivemos muito azar. Não jogamos no Beira-Rio e no CT e três dias depois liberaram. Tivemos má sorte. Deixamos assim. Não quero falar mais, depois me cobram. Mas gosto de falar. Quando penso uma coisa, eu falo. Já falei bastante sobre o tema”.

Caso de Rodrigo Dourado e o seu retorno aos campos:

“Eu falo muito com ele. É um processo. Vocês estão vendo ele em imagens já há dois meses trabalhando velocidade curta e ele vai melhorando o volume de trabalho. Pelas imagens, vocês podem ver a reação, mas não o volume gerado. Que é o que ele precisa para se preparar para jogar. Ele vai se sentindo melhor. Não tem dores. Obviamente que teve uma parada importantíssima de tempo e que é um jogador importante. Me encantaria botá-lo para jogar, mas o que eu digo sempre é que temos que respeitar os processos. E a necessidade não pode acelerar os processos. Como aconteceu recentemente que precisei recorrer a Johnny. Não tinha outro volante. Poderia chamar Dourado, mas não, temos que respeitar o processo. E o processo dos jovens também, agora foi o terceiro jogo seguido que joga Johnny, o primeiro que faz 90 minutos. Quando me perguntam da base é a mesma coisa, todos têm um processo. Quando os jovens aparecem, queremos vê-los na melhor versão. O mesmo vale para os atacantes estrangeiros que chegaram. E o mesmo vale para Dourado. Vamos seguir acompanhando da melhor maneira e precisamos de todos. Temos um grupo curto. Precisamos de todos, mas isso não pode gerar aceleração de processos. E não podemos fazer c…, falando mais de pronto. Essa necessidade temos que controlar. Mas é um jogador importantíssimo, vislumbrado pelos melhores europeus e se não tivesse se lesionado já não estaria mais aqui. Vamos acompanhar para botá-lo da melhor maneira. Todos nós queremos vê-lo em campo”.

Fase de Marcos Guilherme

“Marcos vai voltar bem. Às vezes você está com alguma questão na sua vida pessoal e simplesmente não vai jogar quando tem partida com os seus amigos. Os nossos não têm esta opção, são profissionais e precisam ir de qualquer jeito. Marcos vai recuperar, ele se pressiona muito. Teve aquela bola do Botafogo, escapou. Faz parte dos nossos jogadores importantes. Jogar mal um jogo, dois jogos, não é drástico. E sair da equipe para entrar outro não é drástico. Assim se arma um grupo”.

Edenilson é “craque”

“Pra mim, Edenilson é um craque. Pode jogar em qualquer lado. É conceitual explicar onde o jogador vai jogar. Eu creio que temos bons jogadores e vou compreendo cada vez melhor os jogadores. Eu gosto dos jogadores que jogam bem”.

Erros individuais como o de Rodinei contra o Bahia

“Normalmente, há virtude e erro nos gols. Quando toma, tem virtude do rival e erro teu. Mas os gols são evitáveis. São coisas que vamos corrigindo. Para corrigir, tem que passar por isso. Mas não perdemos uma partida por um jogador só, nem ganhamos por um só. Somos sempre um grupo”.

VOLTAR A VENCER O GRÊMIO

“A ambição de ganhar tem que superar o medo de perder. É isso que temos que pensar, executar e buscar. Temos que ter confiança. Mudar a mensagem para algo mais positivo. Eu estou acostumado a tudo que se passa nos clubes. É sofrido. Precisamos ser competitivos”.

ABEL HERNÁNDEZ NA VAGA DE GUERRERO

“Temos que lembrar que perdemos o melhor 9 do continente. Eu gosto de jogar com dois centroavantes. Hoje tenho? Não. Isso é mais trabalho. Vamos confiar que estão todos preparados. O dia-a-dia é muito exigente. Abel é diferente do Guerrero. Faz muitos gols. Tem bom posicionamento. Mas não posso entrar em desespero. É um jogador que há 6 meses não fazia uma partida”.

ESTRATÉGIA NO BRASILEIRÃO

“Não temos que ganhar só dos pequenos, temos que ganhar de todos”.

INTENSIDADE

“Mais que correr, pra mim interessa quem joga bem futebol. Não é normal aguentar 90 minutos de maneira bem firme. Ainda mais no Brasileirão, onde os rivais também jogam. Há momentos que precisamos ser inteligentes”.

PRIORIZAR COMPETIÇÕES

“Neste momento não faço este planejamento, estamos pensando jogo a jogo. O que posso dizer é que a prioridade agora é o jogo do Goiás. Depois vamos pensar na Libertadores”.

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